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F-35 Lightning II e AV-8B Harrier II no Falcon Strike 2025
A Força Aérea Italiana (AMI) confirmou que os seus F-35 Lightning II, ao lado dos AV-8B Harrier II da Marinha, serão as principais aeronaves do exercício Falcon Strike 2025. A atividade será realizada na Itália em novembro e contará com a presença de forças aéreas aliadas da OTAN. O objetivo do treinamento é elevar a interoperabilidade multinacional e o nível de prontidão das unidades aéreas em cenários de combate de alta intensidade.
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Participantes, número de aeronaves e bases envolvidas
O Falcon Strike 2025 deve concentrar mais de 50 aeronaves de combate e de apoio de países aliados, incluindo Estados Unidos, Reino Unido e Grécia, além das unidades italianas. O exercício ocorrerá de 3 a 14 de novembro, utilizando as bases aéreas de Amendola, Ghedi e Decimomannu - instalações consideradas essenciais tanto para a defesa aérea da Itália quanto para a cooperação multinacional.
A escolha da Itália como país-sede se explica por sua relevância na introdução e na operação do F-35 em território europeu, já que foi uma das primeiras nações a integrar a aeronave a missões da OTAN.
Porta-aviões, STOVL e projeção de poder no Mediterrâneo
Além disso, o Falcon Strike 2025 servirá para fortalecer a experiência italiana no emprego, a partir de porta-aviões, de aeronaves STOVL (decolagem curta e pouso vertical), como o Harrier II e o F-35B. Esse ponto é visto como crítico para operações expedicionárias e para a capacidade de projeção de poder no Mediterrâneo.
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Dualidade tecnológica e interoperabilidade na OTAN
A presença dos AV-8B Harrier II e dos F-35 Lightning II no Falcon Strike 2025 evidencia a dualidade tecnológica da Força Aérea e da Marinha Italianas: de um lado, manter em operação sistemas veteranos que ainda entregam valor tático; de outro, consolidar a transição para aeronaves de quinta geração, que estão redefinindo a guerra aérea contemporânea.
O exercício também aprofunda a interoperabilidade no âmbito da OTAN, ao garantir que forças aéreas aliadas consigam atuar de forma integrada em cenários de crise - desde a defesa do espaço aéreo europeu até missões expedicionárias no Mediterrâneo e além.
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