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Investigação do toque na cauda do Airbus A321neo da KLM em Lisboa em 16 de junho vai ao Conselho de Segurança Holandês

Dois técnicos com coletes refletivos inspecionam motor de avião no pátio do aeroporto durante o dia.

O que ocorreu com o Airbus A321neo da KLM em Lisboa

As autoridades portuguesas decidiram transferir a investigação do incidente com um Airbus A321neo da KLM, que teve um toque na cauda durante o pouso em Lisboa no dia 16 de junho, para o Conselho de Segurança Holandês - entidade responsável pela segurança da aviação na Holanda.

Depois de chegar de Amsterdã, o avião apresentou danos estruturais na parte inferior traseira da fuselagem. Apesar do ocorrido, não houve feridos entre os ocupantes.

Procedimentos após o pouso

De acordo com a autoridade portuguesa de investigação, a GPIAAF, a aeronave concluiu a corrida de pouso e taxiou normalmente até o portão. Em seguida, foi retirada de serviço para uma análise detalhada dos danos e para determinar os reparos necessários.

Avaliação do GPIAAF e delegação ao Conselho de Segurança Holandês

Na avaliação da GPIAAF, levando em conta as circunstâncias do evento e os elementos reunidos - como dados de voo, dinâmica do pouso, ações da tripulação e outras informações relacionadas - o incidente foi considerado de natureza contida, com medidas de controle de risco e mitigação sob responsabilidade principalmente do operador.

Por esse motivo e considerando que a aeronave é registrada na Holanda, a apuração foi formalmente delegada ao Conselho de Segurança Holandês, que está em melhor posição para conduzir o inquérito.

A GPIAAF também comunicou que, por limitações de recursos na sua divisão de aviação civil, não dará início a uma investigação de segurança independente sobre o incidente.

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